Eleições 2010: Candidato à presidência, “católico”, quer legalizar aborto, união gay e drogas

O candidato do Psol à presidência da República, Plínio de Arruda Sampaio, afirmou, em sabatina da Rede Record que, se eleito, irá permitir a “indústria da maconha” no País.

Segundo ele, o fato de algumas drogas serem consideradas ilegais alimenta o crime organizado. O candidato defendeu a legalização de drogas “culturais” como a maconha e o chá usado no ritual religioso do Santo Daime. Mas, segundo ele a questão ainda será discutida no Psol.

Questionado sobre o casamento gay, Plínio, que é ” católico”, defendeu a separação entre a união civil e religiosa. Ele disse ser favorável ao casamento civil entre duas pessoas do mesmo sexo. “O quadro pode ser regulamentado pela lei civil. É um casamento civil legítimo”, explicou. “Essas pessoas têm uma vida comum, têm gastos, constroem um patrimônio”.

Sobre o aborto, o candidato do PSOL disse que como chefe de governo deve fazer uma “política de Estado”. Para ele, o aborto é uma questão social grave. “Quero legalizar o aborto. A mulher vai em um juiz da família e é ouvida em audiência para saber se ela não está sendo pressionada ou se não tem a consciência”.

Fonte: Terra noticias

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Fantástico denuncia aborto no Brasil mas na verdade o promove, advertem pró-vidas no Brasil.

Grupos pró-vida no Brasil denunciaram que na noite do dia primeiro de agosto de 2010, o programa “Fantástico”, transmitido pela Rede Globo de Televisão, irradiou uma matéria na qual era abordada a questão do aborto clandestino no país. Apesar de parecer que o programa tivesse sido elaborado para denunciar o problema, os pró-vidas brasileiros assinalam que “é importante que o público perceba claramente que a reportagem nada mais foi do que o apoio, por parte da emissora, ao projeto do governo Lula, comprometido com interesses internacionais,de promover o aborto no Brasil”. “Esta não é a primeira nem a última vez que a mídia e o governo brasileiro tentam promover o aborto por estes meios”, denunciaram também.
Segundo os pró-vidas brasileiros, na noite do primeiro domingo agosto de 2010, o programa “Fantástico”, “transmitiu uma reportagem na qual eram exibidas cenas tomadas em clínicas de aborto clandestinas, revelando o envolvimento de policiais que protegem o crime, a conivência do Conselho Federal de Medicina, que só pune o médico que pratica aborto em caso de reincidência, e a permissividade das autoridades que permitem a venda ilegal de drogas abortivas”.
“Tentou-se manter pouco visível para o público que este programa fazia parte de uma série de outros que a Rede Globo vem apresentando, como o veiculado pelo mesmo Fantástico no dia 10/6/2010, nos quais o aborto é sistematicamente apresentado como um problema de saúde pública.
É fato conhecido que apresentar o aborto como problema de saúde pública é a estratégia utilizada pelo nosso governo para promover não só a legalização do aborto, como também o reconhecimento desta
prática como um direito”, denunciaram.
Para os membros dos grupos pró-vida MDV (Movimento em Defesa da Vida) que difundiram esta informação, “quando o governo insiste que o aborto deve ser considerado um problema de saúde pública, o que se quer dizer é que sua prática não mais deve ser considerada como uma questão de direito penal, o que, dito em outras palavras, significa o mesmo que sustentar que a prática do aborto não deve ser proibida por lei. Ora, segundo o próprio direito, tudo o que não é explicitamente proibido pela lei é direito dos cidadãos”.
Na realidade, definir o aborto como um problema de saúde pública, retirando-o da esfera penal, é o primeiro passo para defender e promover esta prática como um direito, que é o objetivo que realmente
se pretende com esta política, sustenta o grupo “Situação da Defesa da Vida”.
Um relatório, que pode ajudar o leitor a entender o que está acontecendo sobre este tema no Brasil, pode ser encontrado neste endereço:
O modo como as diretivas contidas neste documento foram incorporadas às política da ONU e do governo Lula, com a finalidade de promover uma cultura da morte que, mais adiante, inevitavelmente irá converter-se em uma ditadura da morte, pode ser lido em detalhes no dossiê preparado pelas Comissões em Defesa da Vida das Dioceses de Guarulhos e Taubaté, intitulado “Contextualização Da Defesa Da Vida No Brasil”, disponível neste endereço:





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Natalia Andrade®. Tecnologia do Blogger.

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