Até onde ir com a namorada?

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Testemunho de Crystalina Evert

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Pornografia: qual o problema?

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Se nos amamos, está ok ter sexo?


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Quem é Jason Evert e Cristalina?



Jason Evert ( nascido 1975) é um pregador católico, cujos temas enfatizam castidade. Iniciou seu testemunho em 1999, e a partir de 2003, junto com Cristalina Evert, sua esposa, viajam anualmente pelos Estados Unidos a fim de difundir  a notícia da nova revolução sexual a mais de 100.000 estudantes. 




Ele não deve ser confundida com D. Jason Evert (nascido em 1971), um ecologista de destaque baseado em Jacksonville, Flórida.
Jason Evert é mestre em Teologia, e licenciado em Psicologia e Teologia, com especialização em Filosofia na Universidade Franciscana de Steubenville.

Site oficial: http://www.chastity.com/
Jason no twitter: @jasonevert

Irei postar alguns vídeos da série que Jason apresenta nos Estados Unidos. Vale muito a pena conferir e divulgar.

Shalom!
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Jason Evert - O que é a castidade?

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Sentido da Sexualidade


“O Amor é a vocação fundamental e originária do ser humano”

(CAT. 2392)




Certa vez lembrei uma pregação para jovens sobre sexualidade, onde um jovem, levantando o braço, questionava o pregador sobre o porquê Deus não tiraria o prazer que fazia com que muitos jovens procurassem uma vida desregrada, buscando nas facilidades do mundo saciar o vazio que havia dentro de si. Não me recordo da resposta deste pregador, porém o que queria partilhar é o questionamento deste jovem, questionamento que pode existir em muitos corações.

Para responder essa questão, primeiro é preciso saber qual o sentido da relação conjugal (sexual). Deus criou o homem e a mulher, com sua identidade sexual.

“Existe entre o homem e a mulher a mútua correlação, o sentido de uma tarefa e de uma responsabilidade para a transmissão da vida no pleno cumprimento do amor. Portanto, o fim da sexualidade expressa a vontade divina, é comunicar o grande dom da vida. Sexualidade, no sentido cristão, se entenda como doação ao cônjuge e a vida nova (Familiares Consortio, n.11)

São dois os sentido da relação conjugal dentro do matrimônio:

Sentido Unitivo, a fim de unir o casal (neste caso, casal unido pelo sacramento do matrimônio), de criar laços mais profundos... “e sereis uma só carne” (Gen 2,24.)

Sentido Procriativo, a fim de gerar novas vidas. “crescei e multiplicai-vos” (Gen 1,24)

Neste segundo, Deus, que é criador de todas as coisas, confia ao homem e a mulher a colaborar da obra criadora, na concepção e na geração de um novo ser humano.

Para facilitar o cumprimento dessa “obrigação”, Deus associa um prazer ao ato gerativo para que o dom da vida não ficasse a perigo. Isso é uma verdade que é muito bela, muito pura, mas que o pecado original, feriu e alternou a ordem natural: esse apetite ou prazer desodena-se e a razão não domina completamente a retidão das paixões.

Para que a ordem possa ser restabelecida, Deus nos dá a graça da castidade, que é possível de ser vivida, mesmo com as nossas fraquezas.

“A castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e com isso a unidade interior do homem com seu ser corporal e espiritual. A pessoa casta mantém a integridade das forças vitais e de amor depositado nela, essa integridade garante a unidade da pessoa”, e se opõe a todo comportamento que venha a feri-la; não tolera nem a vida dupla, nem a linguagem dupla ” Cat. 2337, 2338; Mt 5,37.


Shalom

Nati

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Namoro e Futuro





Seu futuro depende do seu presente, e o futuro do mundo também. Com muito atraso aparece no mundo a preocupação com a previsão de esgotamento dos recursos naturais da terra ainda neste século. Tempos atrás avisei que a situação dos mais pobres não poderá melhorar para valer, se os mais ricos não se contentarem com padrões de vida mais modestos.
O crescimento rápido da China e de outros países acelerou o agravamento da situação, mas a geração atual ainda não aprendeu a deixar de desperdiçar no presente os recursos de gerações futuras.
No entanto, o pior não são os estragos materiais. Se os pessimistas tiverem razão, pior ainda será a situação moral e espiritual, a decadência da religião e da família que é uma das maiores conquistas da Bíblia e do cristianismo.
Um artigo de jornal do dia dos namorados me deixou preocupado com o futuro da família. Já temos notícias de tantos casais, mesmo com formação cristã e boas intenções, que não conseguem vencer as tentações e procuram solução na separação. Como serão as famílias dos jovens de hoje?
Vejam só como se apresenta o namoro atual neste jornal: Primeiro, uma fotografia com três jovens sem roupa dentro de uma banheira, dois homens e uma mulher. Não sei o que isso tem a ver com amor e namoro. É apenas sexo sem amor. Que futuro tem isso?
O texto explica que a revolução sexual teve como resultado o amor livre, sem exclusividade e sem o sonho de durar para a vida toda. Que pobreza de amor!
Dizem que os jovens de hoje não querem um compromisso sério de casamento, só querem namorar. Acham que o sexto mandamento que proíbe o adultério, e por tabela práticas sexuais antes do casamento, só serviria para atrapalhar a procura da felicidade. Na realidade, o respeito que sabe esperar e a fidelidade que protege o lar são os alicerces da construção de uma grande história de amor.
Na devoção popular, Antonio de Padua é o Santo Casamenteiro. Muitas jovens lhe pedem ajuda para encontrar o namorado dos seus sonhos. Não sei se rapazes também recorrem a ele para encontrar a namorada ideal para construir uma família feliz. Se o fazem, tomam cuidado para ninguém ficar sabendo.
Este jornal apresenta como exemplo de relacionamento aberto o casal de escritores franceses, Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir. O pessimismo que transparece nos escritos deles indica que tal liberdade não lhes trouxe felicidade. Sartre vivia se queixando da vida, reclamando dos pais que o puseram no mundo sem perguntar se queria viver.
Será que é assim a juventude que temos aqui nesta praça? Será que vocês não têm nenhum ideal na cabeça e no coração? Será que só estão à procura dos pequenos prazeres que a vida lhes possa trazer?
Não, este jornal não apresenta um retrato fiel da juventude e da família de hoje. È um retrato deturpado, uma caricatura, uma generalização de casos de pessoas decadentes, que infelizmente existem também, e não apenas entre jovens.
Antigamente também existiam pecadores, mas o pecado era reconhecido como pecado. Hoje é apresentado como coisa boa, conquista da liberdade. A bebida e outras drogas são propagadas como se não existisse o inferno terreno dos viciados hoje chamados de vítimas da doença do alcoolismo, dos entorpecentes e da prostituição.
A diferença para outros tempos é a confusão de idéias e valores, junto com a facilidade de todo tipo de tentações. O erro se apresenta disfarçado em verdade. Traficantes enganam jovens ingênuos com falsas promessas. Namorados egoístas seduzem moças confiantes e as deixam entregues à prostituição.
Vejo aqui jovens diferentes, jovens que sonham com um grande amor. Muitos passaram por decepções, mas ainda sonham com um futuro melhor, ainda procuram preparar o caminho para construir uma família feliz. Jovens que levam a sério seu tempo de estudo para poder colaborar na construção de um mundo melhor, mais justo e fraterno, um mundo de amor.
Mesmo assim se diz por aí que os jovens de hoje não querem nada. Pode ser que muitos ainda não tenham encontrado alguma coisa que vale a pena querer. Infelizmente, muitos jovens não participam da vida da Igreja, perdendo assim um apoio importante para uma vida mais consciente das suas possibilidades e dos seus deveres. Ainda bem que fora da Igreja também existem pessoas de boas intenções e ações. Meu recado aos jovens, aos namorados e aos que estão procurando alguém, é este: Não desistam da procura de um grande amor. Um amor que começa devagar ou de repente, um amor que sabe esperar, na felicidade de estar juntos, de sentir-se amado, na ousadia de um beijinho roubado, e devolvido em dobro, na coragem de assumir o compromisso de construir uma família. Que bonito ver o namoro de casais com muitos anos de casados! Neste mundo cheio de gente que procura a felicidade nos prazeres do sexo sem amor, ainda surgem jovens, até mesmo sem motivação religiosa, que redescobrem o valor da virgindade até o casamento. Por outro lado, existem católicos que não veem sentido no sexto mandamento que Deus nos deu através de Moisés, não para tornar nossa vida menos feliz, mas para indicar o caminho da felicidade mais duradoura.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - por CNBB
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Castidade no namoro é um bom teste para o matrimônio!




O Papa Bento XVI aconselha os jovens a manter “a castidade dos gestos e das palavras” durante o período do namoro para preparar o casamento, na mensagem publicada nesta segunda-feira para a XXII Jornada Mundial da Juventude, que será realizada em 1º de abril.Na mensagem de Bento XVI, dedicada a todas as formas de “amor”, se explica aos jovens que “aprender a amar como casal é um caminho maravilhoso, mas precisa de uma aprendizagem trabalhosa”.O Papa acrescenta que “o período do namoro, fundamental para construir o casamento, é um tempo de espera e de preparação, em que é preciso viver na castidade dos gestos e das palavras”.Segundo Bento XVI, a castidade permite “amadurecer no amor e ajuda a exercitar o autocontrole, a desenvolver o respeito pelo outro, que são características do verdadeiro amor que não busca em primeiro lugar a própria satisfação nem o próprio bem-estar”.“A castidade é uma troca necessária para se preparar e fundar o próprio amor no matrimônio. O amor do homem e da mulher e a origem da família humana e do casal formado pelo homem e pela mulher tem seu fundamento no desenho originário de Deus”.Além disso, o Papa disse aos jovens que, na hora de preparar seu casamento, não façam caso do “preconceito divulgado” que alega que o cristianismo, “com seus mandamentos e suas proibições, põe obstáculos à alegria do amor e impede desfrutar plenamente aquela felicidade que o homem e a mulher buscam em seu recíproco amor”.“Aprender a se amar como casal é um caminho maravilhoso, que, no entanto, exige uma prova comprometedora”, afirmou Bento XVI. Disse também que, a despeito de eventuais “carências afetivas ou desilusões sentimentais”, não se deve duvidar de que “o amor seja possível”.O Papa explica também que, se “o casamento cristão é uma verdadeira e autêntica vocação na Igreja”, também se deve estar preparado para dizer “sim se Deus os chamar para segui-lo no caminho do sacerdócio ministerial ou da vida consagrada”.Outro tipo de amor para o Papa é “o da vida cotidiana, com suas múltiplas relações”, no qual pede aos jovens que cultivem seus próprios talentos, “não só para conquistar uma posição social, mas também para ajudar os demais a crescer”, e que desenvolvam suas capacidades, “não só para serem mais competitivos e produtivos, mas para serem testemunhas da caridade”.O Pontífice convida os jovens a “renunciar com alegria” a algumas diversões e a aceitar “de boa vontade os sacrifícios necessários”. O Papa também os aconselha a imitar a vida dos santos, “que são o canal e o reflexo deste amor original”, e cita a obra de Madre Teresa de Calcutá, que reconheceu “o rosto desfigurado, sedento de amor, no rosto dos mais pobres entre os pobres”.
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Natalia Andrade®. Tecnologia do Blogger.

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