Abortistas e MTV em campanha de “adestramento sexual” juvenil na América Latina.






ACI
A transnacional abortista International Planned Parenthood Federation (IPPF) associou-se à cadeia de televisão MTV em uma campanha para adestrar a população juvenil em matéria de sexualidade com alegações por escrito a favor da masturbação, da bissexualidade e o início das relações sexuais em idade precoce.
Conforme informam diversos meios de imprensa, a IPPF se uniu ao MTV a América Latina e os laboratórios Bayer entre outros organismos na campanha chamada em espanhol “Sé(x) tú mismo” (”Se(x)a você mesmo”) com motivo do chamado “Dia Mundial da Prevenção da Gravidez não Planejada em Adolescentes”, uma campanha global liderada por uma coalizão de ONGs e patrocinada pela Bayer para adestrar os jovens no uso e consumo de anticoncepcionais.
A campanha inclui a difusão na América Latina de um site multimídia na internet no qual se distorce a abstinência sexual e se promove condutas sexuais arriscadas alegando que a decisão de iniciar a atividade sexual a idade precoce é exclusiva dos jovens “embora alguns adultos queiram impor aos jovens quando e como tê-las”.
O site tenta convencer os consumidores do MTV –em sua maioria adolescentes– que os “direitos sexuais” são direitos humanos, que uma relação sexual é um “intercâmbio de prazer” e que é válido experimentar a sexualidade com pessoas do mesmo sexo.
“O que se relaciona com a sexualidade é extremamente diverso e vale a pena experimentar. Se você decide fazê-lo com alguém do mesmo sexo, isso pode ou não representar uma decisão permanente. O importante é que você se sinta seguro/a de seus sentimentos e decisões… e que você se cuide!”, recomenda o sítio Web Sextumismo.com
Os organizadores relativizam a abstinência sexual e sustentam que a única forma “correta” de expressar a sexualidade “é aquela com a que você se sente à vontade. Você decide como, quando e com quem ter relações sexuais”.
No site aqueles que praticam a abstinência sexual são acusados de canalizar “o impulso sexual através dos chamados sonhos úmidos” e equiparam falsamente à abstinência o mal chamado  ”sexo seguro”definindo-o como “a utilização de métodos anticoncepcionais para aquelas pessoas que decidem ter atividade sexual”.
Entre os grupos envolvidos na campanha figuram o The Population Council, Marie Stopes International (MSI), a Sociedade Européia de Anticoncepção, o Centro Latino-americano Saúde e Mulher (CELSAM) e United States Agency for International Development (USAID).
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Um estudo analisa onde os jovens buscam felicidade



"Os jovens e a felicidade. Onde a buscam? Onde a encontram". A estas perguntas responde o sociólogo Javier Elzo em seu novo livro.

O catedrático da Universidade de Deusto afirma que os jovens espanhóis do século XXI relacionam a felicidade «com a adoção de valores altruístas e com a rejeição dos comportamentos que não são cívicos».

Em seu livro "Os jovens e a felicidade", recém-publicado pela editora PPC, é analisado "até onde os jovens estão contentes com sua vida, o que mais lhes agrada, se eles se cansam ou não, em uma palavra, se são ou não felizes", segundo assinalou seu autor na apresentação do volume enviado em um comunicado de imprensa.
Elzo realizou um importante trabalho de recopilação de dados de diversos estudos e pesquisas realizados durante os últimos seis anos, e levou a cabo uma análise em profundidade do significado destes dados com o fio condutor da felicidade.

O autor destacou entre as conclusões do estudo que «os jovens que somente pensam em festas, bebem e consomem drogas até que o corpo ou o bolso agüente estão manifestamente menos contentes com suas vidas que os jovens que sabem aliar os momentos de festa com o trabalho, o estudo, o esporte ou, simplesmente, a vida cotidiana do dia seguinte».
Neste sentido, sublinhou que «entediam menos porque o sentido de sua vida está muito além da mera aventura sem limites. Mas cuidado! Um jovem que não se relaciona com amigos, vive retraído e fechado em seu mundo, ainda que não fume, nem beba, nem use droga alguma, não é tampouco um jovem feliz, em absoluto. Também -- acrescentou -- fatores como pensar no futuro e preparar-se para isso, ter o dinheiro controlado no bolso, boas relações em casa, bons amigos (não somente companheiros) e não ter necessidade dos chats para estar com desconhecidos, assim como uma aceitação crítica das instituições, também se correlacionam positivamente com a felicidade. Como o fato de ser mulher».

Conclui o livro sustentando que "a idéia socrática de felicidade aliada à virtude e à justiça, e a quinta-essência do cristianismo como caridade..., no final, parece ser, inclusive empiricamente falando, o mais certeiro, o que, em maior grau, explica que uns sejam mais felizes que outros".
Por outra parte, Javier Elzo destacou na apresentação que o tema da felicidade foi objeto de análise "só de forma muito parcial e fragmentada nos estudos sobre jovens que se editaram até agora na Espanha".

A partir da publicação do Informe da Fundação SM "Jovens espanhóis 2005", do qual Elzo também é autor, surgiu-lhe a oportunidade de aprofundar neste ponto "em um Curso de Verão do ano 2005 da Universidade Menéndez Pelayo, em Valência. Apresentei alguns esboços e imediatamente depois me pus a trabalhar neste livro, “Os jovens e a felicidade”. Percorri, em detalhe, o publicado nos últimos seis anos e, de forma especial, aprofundei mediante novas análises (em especial, uma tipologia inédita) no estudo “Jovens Espanhóis 2005”.

«No novo livro -- acrescentou -- apresentei um “Índice Subjetivo de Felicidade Juvenil”, que me permita dizer quem se diz mais feliz e que fatores são os que, em maior grau, os levam à felicidade. Insisto que busquei indicadores subjetivos de felicidade, pois não sou eu, o autor, quem ao final dirá quem são mais ou menos felizes, senão os próprios jovens.»

Para definir os jovens espanhóis de hoje, Javier Elzo sublinha que estes, «especialmente os de menor idade, têm mais recursos que juventude alguma teve antes, mas lhes falta, em muitos casos (ainda que felizmente não se possa nem deva generalizar) o essencial: pais que tenham tempo para estar com eles».

Neste sentido, enfatiza que este deve ser "um tempo de qualidade", já que em sua opinião «o acúmulo de normas e proibições aos hábitos dos jovens» não é a solução para seus conflitos, mas que é "a ajuda à educação no seio da família (não as creches ou aos assistentes do lar), que deve ser potenciada, para que educar os filhos não suponha uma discriminação trabalhista aos pais, o que, sejamos claros, quer dizer discriminação às mães".

Realizado pelo sociólogo Javier Elzo
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Culto a Beleza: Rede Bealtiful Peolple




Uma rede social em que “não se aceitam os feios” e em que recentemente foram expulsos 5.000 membros por terem subido de peso lançou a recente oferta de doadores de óvulos e esperma para a possibilidade de gerar filhos bonitos.
Trata-se do site denominado Beautiful People (Gente bonita, N. do T.), que busca “fortalecer as probabilidades de se ter um filho belo”, explica a própria página na internet.
A rede Beautiful People nasceu na Dinamarca em 2002 e agora está presente em 190 países do mundo. Seus integrantes defendem a ideia dos doadores para bebês bonitos como uma “causa nobre”. O diretor do site, Greg Hodge, disse à agência AFP que se trata de “uma oportunidade que damos a todos os casais e mulheres solteiras com problemas de fecundação”.
Os aspirantes a pertencer a esta rede são aceitos após enviar uma fotografia e “criar um perfil onde as mulheres serão votadas pelos homens e os homens, pelas mulheres”, explica o diretor.
ZENIT falou com o médico ginecologista Carlos Alberto Gómez Fajardo, especialista em bioética, que assegurou que qualquer mecanismo de fecundação assistida “impõe a obtenção do filho como desejo feito possível pela tecnologia e como direito”.
Hodge qualificou o site que ele dirige como “muito democrático”, porque “reflete que a beleza é algo subjetivo, porque temos de todos os gostos, todas as origens étnicas e culturasi”.
Por sua parte, o doutor Richard Paulson, chefe da Divisão de Endocrinologia Reprodutiva e Fertilidade da Universidade do Sul da Califórnia, considera que esta proposta esbarra na “mentalidade eugenésica e abortista”, que “cresce no no terreno da ideologia light, em que ninguém parece se perguntar sobre a realidade: a condição pessoal humana de cada um dos milhares de embriões que são destruídos nos processos”.


Fonte; Zenit
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Natalia Andrade®. Tecnologia do Blogger.

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