CNJ - 2010 Fotos


Aconteceu o Congresso Nacional da Juventude, promovido pela comunidade Católica Shalom, em SP. Haviam jovens de todos (quase, por pouco..) os estados do Brasil, onde ouvimos ao nosso fundador, Moysés, Gabriela Dias e Pe. Marcos, todos da Comunidade Shalom...




“Bom mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna? (Mc 10,17)"...


Precisamos de Santos sem véu ou batina.
Precisamos de Santos de calças jeans e tênis..
Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se "lascam" na faculdade 



Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.

Precisamos de Santos modernos, santos do século XXI, com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.

Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.

Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.


 
 
Precisamos de Santos que bebam coca-cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem disc man.

Precisamos de Santos que amem apaixonadamente a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refri ou comer uma pizza no fim-de-semana com os amigos.

Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de esporte.

Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.


 
Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não sejam mundanos".



(João Paulo II)

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Curiosidade: Por que celebrar missas de sétimo dia, um ano de falecimento?

Por que celebrar missas de sétimo dia, um ano de falecimento?


A Missa de 7º dia é uma prática brasileira, destina-se em primeiro lugar a permitir que os parentes do defunto se encontrem.
É uma herança dos tempos antigos, onde o deslocamento das pessoas era difícil, não haviam estradas, nem ônibus, nem automóveis nem caminhão nem avião, para trazerem os parentes do morto para o velório.
Como vivemos num pais tropical, o cadáver não pode ficar insepulto por mais de 24 horas e assim sendo, não havia tempo hábil para quem estivesse longe chegar.
Então a Igreja adotou esta prática, de celebrar uma semana depois, uma missa em homenagem ao morto, na qual os familiares pudessem se encontrar ,inclusive com aqueles q não chegaram em tempo hábil pro sepultamento.
É só isso, não existe mistério nos 7 dias, eles apenas correspondem à uma semana, q era o tempo suficiente para reunir todos.
Como toda prática, vira costume ou cultura, adotou-se até hoje esse período de 7 dias para celebrar a memória dos que partiram.
Portanto não se faz missa pelo falecido, a missa é celebrada, como renovação do sacrifício de Cristo e , quando nela se coloca a intenção pelo falecido é para deixar bem claro, que , através da comunhão dos santos, rezamos em memória do defunto.
Não há periodicidade pré definida, usa-se celebrar o aniversário da morte como a comemoração da chegada do nosso ente querido na presença de Deus.
Outros gestos de carinho pelos que passaram nesta vida.
Nunca é demais insistir na importância de se orar pelos mortos.
Essa oração é um gesto de fé, um gesto de amor e um gesto de esperança. Fé na vida que começa com a morte, fé na comunhão dos santos, na ressurreição da carne e na vida eterna. Sem essa fé, a oração pelos mortos não teria sentido, não é mesmo?
Se para nós morreu, morreu. Se para nós morreu, acabou tudo. Se para nós nada podemos fazer pelos que morreram, por que orar por eles? Mas não é mesmo?
E por que missa de terceiro dia, como era comum no passado, e missa de sétimo dia, mês e ano como acontecem hoje?
Os estudiosos entendem que determinados tempos se tornam mais propícios para se orar e se alcançar o favor de Deus.

Então, há quem afirme que :
O terceiro dia após a morte lembra que Jesus ressuscitou ao terceiro dia.

O sétimo dia estaria ligado ao fato de Deus ter feito o mundo em seis dias e no sétimo ter descansado.

E a missa no trigésimo dia seria uma referência ao mês de luto que Israel guardou pela morte de Moisés.

Já a missa de um ano de falecimento seria uma forma de testemunharmos que, assim como o aniversário natalício é comemorado de ano em ano, o dia da morte também pode ser comemorado porque significa o dia em que a pessoa morreu para este mundo e entrou na plenitude da vida junto de Deus.

É bom lembrar, que não importa o dia certo para testemunharmos nosso amor pelos nossos entes queridos que passaram para a vida eterna. O amor não marca dia. É o coração que deve ditar os momentos de orarmos por eles. É por isso que em muitas paróquias se celebra a missa da esperança uma vez por semana, reunindo todas as famílias que na semana anterior experimentaram a dor de ver partir um membro querido para a casa do Pai.

Nunca é demais insistir na importância de se orar pelos mortos.

Também tem a história de um monge que era ecônomo do convento, e quando morreu descobriram que ele guardava todo dinheiro de doações dentro de seu colchão.
E para reparação deste pecado os irmãos rezaram uma missa por dia durante 7, depois 30, depois um ano pelo descanso e perdão desse pecado.



Clovis Varo
Comunidade Católica Shalom
Missão Guarulhos

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